Biografia
George Faraó nasceu no município de Carpina, a 60 km de Recife, no ano de 1979. Ainda bebê, foi morar na capital pernambucana, onde viveu até os 20 anos, quando então se mudou pra Brasília e continuou o curso superior iniciado na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), tendo se formado em Letras (licenciatura e bacharelado) pela Universidade de Brasília (UnB), em 2004.
Em 2005, retornou a Recife. Nesse período, conheceu o jogo eletrônico ‘Age of Mythology’, o que acabou lhe dando o apelido de ‘Faraó’, pelo fato de ele só saber jogar com a civilização egípcia, conduzida por um faraó. Em 2009, voltou a morar em Brasília, em decorrência de aprovação em concurso público de âmbito federal.
De base espírita (Allan Kardec), hoje George é universalista, além de ser iniciado em reiki (nível I). De acordo com sua cosmobiografia, confirmada posteriormente em regressão terapêutica, sua origem cósmica é a estrela Sírius-A.
Em 1995, George começou a escrever poemas, após ter momentos espontâneos de inspiração artística. Passou a se dedicar a essa atividade regularmente (pelo menos uma vez por semana), ocasião em que ele se sentava a uma escrivania com papel e lápis pra elaborar novos versos.
Em 1996, ainda em Recife, começou o curso de violão popular, tendo como referências musicais artistas que o influenciariam mais tarde, principalmente, no álbum Cancioneiro Popular: Zé Ramalho, Alceu Valença, Geraldo Azevedo, Elba Ramalho e Djavan.
Em 1999, começou a estudar piano clássico, mas alguns anos depois acabou se dedicando apenas ao violão.
Em 2001-2002, graças à trilogia (adaptada para o cinema) ‘O Senhor dos Anéis’, conheceu a obra da compositora e cantora irlandesa, Enya, que se tornaria sua maior influência musical, em especial quanto ao álbum Andarilho das Estrelas.
Foi em 2002-2003 que George sentiu inspiração pra compor as primeiras canções (letra e música). Nesses momentos, melodias chegavam aos seus ouvidos e ele então procurava os acordes correspondentes. Dicionários de acorde o ajudaram bastante nesse período. Ainda inspirado, cantarolava versos e rimas pra terminar a composição musical.
Em 2013, fez o registro autoral de suas primeiras canções na Biblioteca Nacional.
Mas foi a partir de 2019-2020 que George iniciou a produção das suas músicas, após participação no 7º Encontro Anual de Sementes Estelares, em Curitiba-PR. Ter estado nesse evento espiritualista foi um divisor de águas em sua vida.
Em 2020, conheceu Daniel Lima, produtor musical com quem trabalha até hoje devido à afinidade e confiança que ele tem nesse profissional, que consegue elaborar os arranjos e os clipes do jeito que George imagina e orienta, mas considerando igualmente o próprio conhecimento técnico do produtor. Além da produção musical, Daniel também produz os videoclipes de George.
Pra George, a principal mensagem transmitida por suas músicas é o espiritualismo, isto é, a conexão que cada um pode estabelecer com o seu eu superior pra se religar ao divino, que está dentro de cada um. Por isso, as letras das suas canções buscam estimular uma reflexão pessoal com esse propósito. Amor, liberdade, paz, autoconhecimento, mistério e fantasia são temas comuns nas letras das suas canções, quase sempre abordados de modo metafórico.
Além disso, durante o período em que cursou a faculdade, o músico conheceu a poesia e a arte literária, tendo desenvolvido afeição particular pela metáfora e pela mensagem subliminar (também conhecida como ‘entrelinhas’), técnica mais explorada nos videoclipes.
Oficialmente, George Faraó iniciou sua trajetória musical em 2019, com o projeto Estúdio Social – Edição I. Na ocasião, ele teve oportunidade de gravar quatro canções autorais na carreta-estúdio do projeto, além de um videoclipe.
Em 2020, durante o isolamento (pandemia), George começou a gravar suas músicas, já tendo Daniel Lima como seu produtor. Em 2023, o músico lançou dois álbuns: Cancioneiro Popular (MPB) e Andarilho das Estrelas (New Age). Paralelamente às produções musicais, ele também gravou videoclipes, estabelecendo parcerias com outros artistas, enquanto consolidava seu próprio trabalho, tendo em vista, hoje em dia, a importância da imagem em movimento pra melhor divulgação de um nome no meio artístico.